quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Tá tudo lindo!

Felizmente, as férias estão chegando, o sol deu lugar para as chuvas (que logo fez com que o calor insuportável desse uma trégua), eu vou poder me desligar da escola, dos deveres chatos, das pessoas chatas (principalmente das pessoas chatas)...
Todo esse clima pré-férias me deu coragem, me deixou mais leve e definitivamente mais tranquila e feliz. Não que eu estivesse infeliz ou algo do tipo, bem, pelo menos eu acho que não. A questão é que agora eu vou poder voltar a fazer as minhas coisas direito, aquelas que eu realmente gosto de fazer, como por exemplo escrever algo um pouco mais interessantes por aqui e no twitter e largar de fazer isso pelas metades; vou poder deitar na rede e ler meus livros de História, assentar no sofá e ver meus seriados preferidos, viciar em The Sims de novo, ir ao cinema pelo menos três vezes por semana, comer Doritos vendo um filme de terror e tomar uma coca-cola. Nos intervalos, provavelmente o tempo chuvoso será um motivo a mais pra eu relembrar aqueles momentos do fundo do baú e me dar conta de coisas do tipo "meu primeiro amor hoje é um fumante decadente, sem escolaridade, bêbado e sem noção".
Pretendo escrever mais sobre como cheguei até aqui. Enfrentar minhas memórias vai ser um processo bem divertido e prometo analisar todas elas com olhos diferentes pela primeira vez.
Espero sobreviver às minhas férias com o mesmo bom humor que eu estou agora, enquanto escrevo.
A única coisa que me choca nesse momento é ver que as árvores de Natal já estão montadas de novo e que terei que pensar em novas promessas de Ano Novo. Assusta eu ainda lembrar tão claramente do final de 2008, e pior, do início dele.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Na hora de escolher o sanduíche...

Inicialmente devo me desculpar pela demora para postar. Mas prometo que tem justificativa!
Uma delas é que tive medo de ter problemas na escola, então resolvi estudar um pouco mais. A outra é a preguiça mesmo, fazer o quê, certo?
Devo admitir que apesar de estar contando os segundos para chegar sexta-feira e eu estar oficialmente de férias, quero que essa semana passe um pouco mais devagar, afinal a ideia de ter que desfazer minha burrada antes do final das aulas está me dando nos nervos. É chato pensar que tudo foi apenas um capricho meu, uma noção infeliz de que trocar um "hambúrguer de picanha" cheio de calorias por um "sanduíche natural" seria a melhor saída. Mas todo mundo já sabe que mudanças radicais na alimentação podem trazer umas gordurinhas a menos, mas não mudam o hábito alimentar.
E foi exatamente o que aconteceu, porque eu realmente não me acostumei com o que talvez fosse o mais "saudável" pra mim. E quer saber? Me sinto mal por isso, mas seria injusto comigo mesma se eu abrisse mão das calorias mas também perdesse aquelas boas sensações que vem com elas a cada mordida.
A tentativa agora é procurar algo nem tão calórico mas também nem tão sem graça. Paciência se depois chegarem aqueles indesejáveis quilinhos a mais.

sábado, 21 de novembro de 2009

Confie no ciclo

Arrisque-se. Apaixone-se. Renda-se. Confie.
Viva como se fosse morrer amanhã.
Morra de amor.
Sofra. Chore.
Sinta saudades, com aquela falta de ar.
Passe noites sem dormir, ou se preferir, durma o dia inteiro.
Tente esquecer. (não esquecerá)
Os choros diminuem, a saudade torna-se suportável e haverá outras oportunidades. Então, você se esquecerá de tentar esquecer e se esquecerá de fato.
Aí, arrisque-se de novo.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Tá na cabeça

Não gosto da ideia de tentar escrever e não conseguir. Então eu tenho um problema, porque já tentei por mil vezes escrever as milhões de coisas que estão aqui dentro. Está aí o motivo da demora para postar.
Mas sinceramente, me sinto extremamente humana esses dias.
Inveja Inveja Inveja Inveja Inveja Inveja Medo Vaca Vaca Vaca Medo Amor Paixão Tesão Medo ????????? Matemática Hitler Vargas História Olga 1808 Michael Jackson Iara Mãe Pai Irmã (quero ir pra Europa e quero um psicólogo) Fugir Fugir Fugir Terminar Começar Continuar Continuar Continuar Paciência (preciso de paciência) Correr Gritar Medo Medo Medo Caverna Caverna Caverna Dormir Sair Amor Saudade Saudade Saudade Saudade Saudade........ ??????? !!!!! Vazio.
É isso.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Tudo bem, certo?

Não sei se esse post vai ser longo ou curto e também sei que geralmente não posto em datas tão próximas. Acontece que eu não sei o que está acontecendo comigo, eu me sinto sufocada e extremamente sozinha esses dias. Estou bem com meus amigos e minha família, mas me sinto péssima comigo mesma.
Eu quero que isso acabe logo. Resolvi vir aqui escrever para tentar tirar um pouco dessa carga que estou sentindo nos meus ombros.
Estou torcendo para o tempo passar rápido por mil motivos, mas o principal deles é porque hoje estou com preguiça de viver. Não quero abrir mão da minha vida, jamais, só quero viver de verdade e não só ver o tempo passar devagar.
Sinto-me de um jeito que quero gritar, mas prefiro ficar calada; quero chorar, mas prefiro segurar ao máximo para não fazê-lo; quero correr daqui, mas me parece mais cômodo ficar parada.
Estou cansada...

...metade de mim é o que eu grito, mas a outra metade é silêncio....metade de mim é partida e a outra metade é saudade....metade de mim é o que eu ouço, mas a outra metade é o que calo....metade de mim é o que eu penso e a outra metade é um vulcão....metade de mim é a lembrança do que fui, a outra metade eu não sei...

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Me leva

Até que ponto vai a saudade? Qual é o seria o estágio máximo da falta que alguém pode fazer em nossas vidas? Quando o Tempo vai sorrir pra nós e nos dizer que já passaram dias suficientes para que possamos esquecer?

01/11/09 – 02:14
Aquilo que a gente esconde durante o dia sempre pode aparecer durante a noite. Principalmente se estamos acordados, sozinhos, escutando aquelas melodias que mexem com os nossos sentimentos mais ocultos.
Meu medo hoje se chama saudade e, minha saudade tem nome próprio, tem cheiro, tem gosto, tem voz. O nome vive nos meus lábios, porque o cheiro, o gosto e a voz não saem da minha memória.
Eu quero correr pra te ver, eu quero que o tempo corra. Eu quero estar aqui quando você voltar, eu quero que você esteja aqui...
Meus braços pediram por seu abraço hoje, eu senti seu cheiro no ar, meus lábios hesitaram pelo seu beijo. Não esteve aqui, foi substituído pelo medo de nunca mais estar – ou de voltar pra nunca mais me deixar.
Eu sinto um desejo que não sei se é amor, eu nem se quer acredito mais no amor... eu sinto saudade, eu me sinto sozinha, eu procuro, eu acho, mas não é você. Eu quero você.
Eu não posso querer, eu deveria esquecer, mas lembro por tentar fazê-lo.
Eu poderia esperar, eu sei que conseguiria, mas não faria isso comigo.
Você está aqui e está tão longe. Eu quero seu abraço, quero seu sorriso, quero você me pedindo pra ficar.
Eu preciso querer esquecer, mas as vezes acho que não quero.



Essas palavras surgiram do nada, minha saudade imensa-e-sem-cura voltou também do nada. DO NADA!
Eu pensei que estava tudo bem, mas me dei conta do oposto quando uma sensação me derrubou na madrugada de ontem para hoje. Simplesmente me esmagou como se eu fosse um inseto minúsculo, fez eu me sentir algo insignificante que não seria capaz de levantar e andar com as próprias pernas.
Parei e pensei sobre o que eu faria quando fosse possível matar as saudades. Eu imaginei situações, eu fechei meus olhos pra isso, eu quase senti o que eu sentiria se estivesse realmente acontecendo.
Depois que abri os olhos me senti ridícula. Me sinto ridícula agora, na verdade.
Como é possível o ser humano ser dominado por algo que vem dele próprio? COMO?

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Duas caras

Não faz muitos dias, eu relembrei como é ficar boba do nada, esperando uma resposta monossilábica no msn, sobre um assunto pouco importante e em um horário que talvez seria mais útil estar fazendo outra coisa. Foi com alguém que deveria não fazer diferença, mas faz. E eu não sei se eu poderia estar escrevendo isso aqui, mas sinceramente duvido muito que alguém tenha paciência de ficar lendo meus longos textos.
Eu poderia fingir que tanto faz, que nem liguei, que nem sequer ando pensando nisso, mas resolvi mudar um pouco a rotina, pois é isso que faço de uns tempos pra cá. Portanto, hoje eu acordei e disse para mim mesma que seria justo perder a vergonha pra falar umas coisas que escondo com meu novo jeito "durona" de ser.
Andava sentindo falta daquela sensação estranha, que faz o coração pulsar forte, deixa a gente sem lugar, com uma ansiedade inexplicável e uma felicidade que vem lá de dentro e não dá pra esconder. Sim, eu fiquei toda babaca e quando eu deitei para dormir eu pensei em algo tipo "yes". Existe coisa mais baranga?
Eu acordei mais feliz, eu voltei a fazer piadas sem graça nenhuma, eu voltei a rir dessas piadas, eu escutei músicas melosas, eu tive meus pensamentos roubados, eu me peguei sorrindo sozinha... depois passou e eu lembrei que dessa vez não é pra ficar.
Quem me conhece sabe que sempre gostei dessas coisas, eu sempre arrisco para ter essas sensações, mesmo que depois delas venham aquelas lágrimas e aquela melancolia incurável. Não ligo para esse sofrimento, mas admito que dessa vez foi melhor, pois lembrei que ainda posso sentir aquilo-tudo-que-vem-do-nada,mas não será constante, logo, não haverá tamanha falta depois. Isso sim é maravilhoso, porque a falta, a saudade, esses são os piores sentimentos que eu já conheci.
Só queria o abraço, porque isso ainda mata de saudade.


Voltando ao normal e voltando a pensar, retiro o que disse. Tudo. ;)